A navegar num mar, perdida numa maré de paixão, tendo sempre a mesma razão para o querer continuar, ficando cada vez mais sem palavras para descrever este mar, esta maré.
A voltar atrás, aos tempos de criança, onde o amor me conduz sem serem precisas indicações, onde naturalmente, todos os pequenos sonhos se tornam realidade, querendo mais e lutando por mais, sem saber, pois na infância a ingenuidade permance.
A desejar que todos os segundos nos pertencessem, para deixar as palavras, os beijos, o toque, surgirem devar, apaixonatemente demorados.
A amar-te, a ti, só a ti, para continuar a navegar neste mar, a reencarnar esta criança e a viver num mundo onde o tempo não acaba...
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