Estive cansada, estive farta, estive errada, estive mais certa do que queria estar. Agora estou viva. Não sobrevivente, viva. Com cor, com cheiro, sinto (cada vez mais), decido,
revolto-me, grito, choro, corro. Quero lá saber. É esta a minha postura sim, estive tudo e chegou ao fim este tal estar. O tempo corre atrás de nós para nos obrigar a andar. E com certeza isso quer dizer alguma coisa. Sou eu que vou tomar rédeas da minha vida. Eu tenho quem quero, o que quero e não vou deixá-los fugir. Pareceram estar a ir, mas não, ficaram, permanecem hoje. Pela primeira vez em muito quero respirar e sorrir sentidamente, contagiar, felicitar. Ponto. Mais nada a não ser dar o que posso, e o que quero. Comecei a tomar conta de mim. Eu sei quem
lá está quando falho, eu sei quem lá está mesmo quando tenho força. Quem lá está, está lá sempre. Sempre, um sempre definitivo. Que venha o tempo, que eu recebo-o, seja qual for a forma que ele tome.
Sou eu. Foi preciso esforço, mas agora sou eu. E estou bem assim. Estou bem agora. Tenho direitos e deveres.
Obrigações, liberdades. Sufocos, ar. Sono,
energia. Lágrimas, sorrisos. E daí?
Tenho VIDA, tudo isto mostra que tenho vida, para ser vivida ainda. Tenho futuro, tenho para dar, quero receber.
Vou passar ao lado de quem me quer mal (ou de quem simplesmente nada me quer), vou ficar ao lado de quem me quer bem. E não me vou arrepender da minha atitude. Há quem mereça que eu a tome, alguém que não eu própria.
"No matter how many deaths that I die I will never forget.
No matter how many lives that I live I will never regret. "
É dedicado sim, Inês Costa, Inês Sá @
Um comentário:
É mesmo assim amor. Não deixes ninguém roubar-te aquilo que queres e muito menos aquilo que tens. Vai em frente.
Be yourself =D
Postar um comentário